sexta-feira, 7 de outubro de 2011

0047 - ESTE BLOG SOFREU ONTEM UM ATAQUE CIBERTERRORISTA

AO INVÉS DESTE VÍDEO ENCONTREI UM AVISO TERRORISTA


Caros leitores,


Ontem, 6 de outubro de 2011, por volta das 9 horas da noite, este blog sofreu um ataque terrorista, que eu registrei na hora. Por acaso, eu fui rever a primeira postagem que fiz neste blog, que é a Palestra proferida pelo Professor Ricardo Felício em Santiago (RS) (ver aqui) e para a minha surpresa, no local do primeiro vídeo, estava a seguinte mensagem que copiei e mostro abaixo:
500 Internal Server Error
Infelizmente ocorreu um erro.

Uma equipe de macacos especialistas altamente treinados foi designada para cuidar do problema.

If you see them, show them this information:
2X08GpwSoWPNqjnCK3xvVXp6EDa6MmBCWhE8LghYxskVly0mho5q-U4dlxQLhlFV274U7OHVCMXWA9FYXzTJ-YjMfOkN029jpDXTtLXX5gpMOZ..........
Por motivo de segurança para vocês, estou mostrando apenas o início de um possível código, que continha mais de 50 linhas.

Sou blogueiro há mais de quatro anos e já conheço um pouco deste mundo virtual. Imediatamente mandei um e-mail para o Google comunicando-lhes a invasão deste blog. Em menos de 5 minutos, recebi uma resposta deles confirmando o recebimento da mensagem e que já estavam averiguando.

Realmente, é uma sensação extremamente desagradável ! Isto nunca me aconteceu. Mas não tem problema: "Bola pro mato que o jogo é de campeonato!".

Se por acaso foi a ação de um imbecil desocupado, que aleatoriamente entrou no meu blog e resolveu me perturbar, nunca vou saber. Se por outro lado, foi um ato premeditado com a finalidade de me assustar ou dar um aviso que não está gostando das minhas posições nacionalistas e totalmente contrárias às ONGs, à vendida Grande Mídia Nacional, ao gigantesco aparato do Establishment Internacional que tem como um dos objetivos destruir o nosso sonho de Nação Soberana e Forte, etc e tal...eu até prefiro! Com apenas 12 dias da existência deste blog, seria um orgulho para mim saber que estou incomodando, nem que seja a um único idiota, anônimo e covarde.

Mas, na realidade, sou apenas um simples cidadão brasileiro, um desconhecido, não sou ninguém importante. Seria muita onipotência ou paranóia da minha parte, achar que este bloguinho, recém-nascido, desconhecido ainda, esteja incomodando alguém. 

De qualquer forma quero dizer ao infeliz que da próxima vez, queime o meu disco rígido, por que se não o fizer, eu vou encontrá-lo. Eu não mas, amigos meus que trabalham nesta área. Te cuida meu irmão, eu não estou brincando. Eles são profissionais que trabalham em cargos importantes na área de Informações. Portanto, não deixe rastros!!!

0046 - OTAN: FORÇA ARMADA DE UM "GOVERNO MUNDIAL"

Desde o final da Guerra Fria, a Aliança Atlântica vem buscando
novos oponentes e hipóteses para justificar a sua existência


Por Lorenzo Carrasco [*]
09/12/2010

O novo "conceito estratégico" da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), aprovado na cúpula da entidade em Lisboa, em novembro, pouco tem a ver com qualquer esforço de racionalidade estratégica, que seria ainda mais justificado pelo fracasso rotundo da mobilização "extrajurisdicional" em curso no Afeganistão. Na verdade, o que ele contempla é a retomada da pretensão de transformar a OTAN pós-Guerra Fria no braço armado de uma estrutura de "governo mundial", acalentada desde a década de 1990 pelo Establishmentoligárquico anglo-americano e seus parceiros europeus.

Portanto, não é no campo estratégico-militar que poderemos encontrar as motivações dos disparates emitidos na atual revisão do "conceito estratégico" da OTAN, prática encetada a cada dez anos. Na realidade os grupos de planejamento estratégico que elaboraram esses "novos" conceitos estão trasladando ipsis litteris a realidade do declínio do sistema colonial europeu, que resistiu a morrer durante o século XX, especialmente após a II Guerra Mundial, com o advento da Guerra Fria. Com o fim desta e sem um inimigo militar real, fora da paródia das guerras ao terror da família Bush, a OTAN, em profunda crise de identidade, busca a sua razão de ser em conflitos como o Afeganistão, uma maldisfarçada guerra pelo controle de uma região estratégica pelo seu vasto acervo de recursos naturais, a Ásia Central.

Na visão daqueles grupos hegemônicos, o descompromisso efetivo da Europa e dos EUA com uma reforma econômica e financeira mundial, para remover o presente sistema global de usura e especulação, não deixa outro caminho senão a imposição de uma estrutura de "governo mundial" para a manutenção do seustatus quo. De fato, as tentativas do atual governo estadunidense de trabalhar no exercício de um "poder suave" (soft power) estão chegando ao fim, devido à carência de uma proposta real de compartilhamento do poder mundial com mais atores, em uma perspectiva de um ordenamento de poder multipolar. Em tal contexto, o oponente central daquele sistema hegemônico não é o terrorismo (que, sempre vale recordar, é um método, e não uma entidade), mas a reemergência e consolidação de um sistema internacional baseado no poder soberano dos Estados nacionais.

Por isso, as novas pretensões da OTAN deixam para trás a velha "relação especial" EUA-Reino Unido e a redefinem para uma União Europeia (UE) pretensamente ampliada. A sua área de atuação, antes restrita à defesa europeia frente ao Império Soviético, se redefine para uma ação global contra todos os obstáculos aos interesses dos principais parceiros da nova "aliança atlântica", o que significa estender-lhe a área de influência ao Atlântico Sul. O ideal, ainda que utópico, desse novo conceito seria transformar a OTAN no braço armado do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Como se coloca na parte conclusiva da declaração assinada pelos chefes de Estado e governo em Lisboa:
A cooperação entre a OTAN e as Nações Unidas continua a proporcionar uma contribuição substancial à segurança, em operações em todo o mundo. A Aliança visa a aprofundar o diálogo político e a cooperação prática com a ONU, como estabelecido na Declaração ONU-OTAN assinada em 2008, que inclui:
- ligação ampliada entre os comandos das duas entidades;
- mais consultas políticas regulares; e
- cooperação prática ampliada no gerenciamento de crises em que ambas as organizações estejam engajadas.
Uma UE ativa e efetiva contribui para a segurança geral da área euroatlântica. Por conseguinte, a UE é uma parceira singular e essencial para a OTAN.
Uma Aliança para o século XXI. (...) Nós, os líderes políticos da OTAN, estamos comprometidos com uma renovação contínua da nossa Aliança, de maneira que ela possa cumprir o seu propósito de enfrentar os desafios de segurança do século XXI. Estamos firmemente comprometidos com a preservação da sua efetividade como a mais bem sucedida aliança político-militar do globo. A nossa Aliança floresce como uma fonte de esperança, porque ela se baseia nos valores comuns da liberdade individual, democracia, direitos humanos e mando da lei, e porque o nosso propósito essencial e permanente comum é salvaguardar a liberdade e a segurança dos seus membros. Estes valores e objetivos são universais e perpétuos, e nós estamos determinados a defendê-los por meio da unidade, solidariedade, força e resolução.
No decorrer do documento essa idéia é enfatizada de diversas maneiras:
2. Os Estados membros da OTAN formam uma comunhão de valores singular, comprometida com os princípios da liberdade individual, democracia, direitos humanos e o mando da lei. A Aliança está firmemente comprometida com os propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas e o Tratado de Washington, que afirma a responsabilidade primária do Conselho de Segurança para a manutenção da paz e da segurança internacionais.
3. Os vínculos políticos e militares entre a Europa e a América do Norte têm sido forjados na OTAN desde a fundação da Aliança, em 1949; os laços transatlânticos permanecem tão fortes e importantes para a preservação da paz e segurança euroatlântica como nunca. A segurança dos membros da OTAN em ambos os lados do Atlântico é indivisível. Nós continuamos a defendê-los juntos, sobre a base da solidariedade, dos propósitos compartilhados e de uma razoável divisão de encargos.
Especificamente, em relação aos deslocamentos "extrajurisdicionais", o documento da OTAN os define como:
4. Segurança cooperativa. A Aliança é afetada por e pode afetar desdobramentos políticos e de segurança além de suas fronteiras. A Aliança se engajará ativamente no reforço da segurança internacional, por meio de parcerias com países relevantes e outras organizações internacionais; pela contribuição ativa ao controle de armas, não-proliferação nuclear e desarmamento; e por manter a porta ao ingresso na Aliança aberta a todas as democracias europeias que preencham os requisitos da OTAN.
Mais adiante, o documento enfoca uma área de atuação em conflitos fronteiriços e na garantia do abastecimento energético para as nações da OTAN, em qualquer parte do planeta (item que provocou uma firme posição contrária do ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim):
11. Instabilidade ou conflitos além das fronteiras da OTAN podem ameaçar diretamente a segurança da Aliança, inclusive, pelo fomento do extremismo, terrorismo e atividades ilegais transnacionais, tais como o tráfico de armas, narcóticos e pessoas. (...)
13. Todos os países são crescentemente dependentes de redes de comunicação, transporte e tráfego vitais para o comércio, a segurança energética e a prosperidade internacionais. Eles requerem maiores esforços internacionais para assegurar a sua resiliência diante de ataques ou perturbações. Alguns países da OTAN se tornarão mais dependentes de fornecedores energéticos estrangeiros e, em alguns casos, de fontes e redes de distribuição estrangeiras. Na medida em que uma fração maior do consumo mundial é transportada através do globo, os fornecimentos energéticos se tornam crescentemente expostos a perturbações. (...)
19. Nós asseguraremos que a OTAN detenha todo o leque de capacidades necessário para deter e defender-se contra quaisquer ameaças à segurança das nossas populações. Por conseguinte, nós:
- desenvolveremos a capacidade de contribuir para a segurança energética, inclusive a proteção de infraestruturas energéticas críticas e áreas e linhas de trânsito, cooperação com parceiros e consultas entre aliados, com base na avaliação estratégica e o planejamento de contingências;
- manteremos os níveis necessários de gastos com defesa, de modo que as nossas Forças Armadas tenham os recursos suficientes.
A "nova" orientação da OTAN deixa claro que o Establishment oligárquico continua optando pela mais perigosa das duas alternativas ao impasse estratégico-político-econômico global: a admitir o estabelecimento e consolidação de um sistema internacional baseado na primazia dos Estados nacionais soberanos orientados por um princípio de justiça universal, prefere continuar investindo no crescentemente disfuncional sistema de "governo mundial" baseado no uso da força militar como principal instrumento de política internacional.

[*] Lorenzo Carrazco é jornalista e Diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-Americana(MSIa). 


Fonte: MSIa

0045 - FAO: ESPECULAÇÃO E FOME ANDAM DE MÃOS DADAS



Por Leandro Batista

07/10/2010



Em encontro realizado em Roma, no início de setembro, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) alertou para o risco de uma nova onda mundial de alta dos preços dos alimentos, o que pode levar a um agravamento nos índices de fome e pobreza. Segundo um relatório apresentado por Olivier de Schutter, relator especial das Nações Unidas para assuntos referentes à alimentação, a causa dessa nova elevação dos preços é uma combinação de desastres naturais como os ocorridos recentemente (que comprometeram parte das colheitas previstas) e a ação de investidores que, diante de tais eventos, estão sempre prontos a aproveitar as oportunidades para especular com os alimentos.


A nova alta tem gerado preocupação na FAO. Os incêndios florestais ocorridos na Rússia fizeram com que o governo de Moscou impusessem drásticas resatrições às exportações de trigo. Com tal medida, teve início um surto especulativo no mercado de commodities agrícolas, o que promoveu uma imediata elevação dos preços do cereal, a qual já provocou resultados trágicos, como os protestos populares em Moçambique contra os reajustes dos preços do pão, que deixaram um saldo de 13 mortos.


De acordo com de Schutter, os aumentos nos preços só podem ser explicados pela formação de uma bolha especulativa. Com o colapso de outros mercados especulativos, como o das hipotecas imobiliárias dos EUA, em 2008, muitos investidores migraram para aplicações consideradas tradicionalmente mais "estáveis". Assim, "fortes similaridades podem ser vistas entre o comportamento dos preços das commodities alimentícias e outros refúgios de valores, tais como o ouro" (The Guardian, 24/09/2010).


O surto de valorização dos preços dos alimentos ocorrido entre 2007 e 2008 resultou em uma série de protestos em mais de 30 países, resultando em mais de 150 milhões de "novos famintos". Embora alguns poucos alimentos tenham registrado queda desde então, a maioria está 50% mais cara do que nos níveis pré-2007.


Os preços dos alimentos estão aumentando a uma taxa anual de 15% no Nepal e na Índia, e a uma taxa similar na América Latina e na China. Nos EUA, os preços do milho encontram-se nos níveis mais altos desde 2008, motivados por relatos de agricultores sobre os rendimentos decepcionantes nas primeiras colheitas da temporada. Por sua vez, os aumentos nos preços estadunidenses influenciam os preços na Europa, onde o trigo, por exemplo, atingiu o nível mais alto em dois anos, com € 238 por tonelada.


Diante de tal cenário ameaçador, alguns países estão promovendo a toque de caixa investimentos no seus setores agrícolas domésticos, de modo a ampliar a oferta interna e reduzir a exposição às flutuações de preços no mercado mundial de alimentos. Este é o caso do Egito, que anunciou recentemente a meta de ampliar a sua autossuficiência de alimentos para 70% da sua demanda total.


A permanência da especulação com alimentos, a despeito de todos os riscos sociais e políticos que acarreta, decorre da relutância dos governos das principais economias quanto a se tomarem medidas efetivas para a regulamentação do sistema financeiro internacional, sobretudo, para coibir as atividades meramente especulativas.


Em entrevista ao The Guardian (24/09/2010), a deputada britânica Caroline Lucas sintetizou a questão com uma proposta radical: "Os alimentos foram transformados em commodities a serem comercializadas. O comércio de alimentos não deve ser tratado simplesmente como outra forma de negócios como sempre: para muitas pessoas, é uma questão e vida ou morte. Nós devemos insistir na completa remoção da agricultura da alçada da Organização Mundial do Comércio."


Por outro lado, o problema da expansão da produção de alimentos (que constitui, este sim, uma autêntica emergência mundial) esbarra também na ideologia ambientalista e seus desdobramentos políticos, como os obstáculos artificialmente colocados à expansão da produção agrícola no Cerrado brasileiro por pretextos ambientais que raramente têm fundamento científico.


Por tudo isso, é preciso que os governos retomem o conceito da segurança alimentícia, em lugar de deixar a solução dos problemas do setor ao sabor dos apetites dos especuladores globais, de modo a assegurar às suas populações garantias de abastecimento a preços acessíveis e evitar eventuais perturbações sociais que podem ter sérias repercussões políticas.


Fonte: MSIa


Para a jornalista Miriam Leitão (ver aqui).

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

0044 - TERRORISMO CLIMÁTICO: UM OCEANO DE MENTIRAS

COMO SEMPRE O "PANDEMÔNIO" NAS MANIFESTAÇÕES

Pandemônio, significa todos os demônios. O vocábulo foi criado pelo poeta inglês Milton (1608 — 1674) no livro Paraíso perdido. Designava o palácio de Satã. Depois, ampliou o sentido. Quer dizer tumulto, desordem, confusão. Em suma: coisas do diabo
                                                        Fonte: Yahoo! RESPOSTAS

Caros leitores, aqui estão duas notícias que demonstram muito bem como age 
o Terrorismo Climático. A primeira é um verdadeiro carro bomba. Ela se refere a um dos "explosivos" preferidos dos ecoterroristas: O aumento do nível dos oceanos, um "prato cheio" para as agências de notícias e jornalões envolvidos diretamente com a difusão das mentiras do Aquecimento Gobal Antropogênico. 
A agência e o jornal citados abaixo, são nossos velhos conhecidos.


A segunda notícia é exatamente o oposto. Ela põe a pique a criminosa farsa do aumento do nível dos oceanos. Saiu no The Thelegraph em matéria assinada por Christopher Booker, um anti-aquecimentista de primeira linha. Eu li, com muito prazer, esta matéria no blog Anti-Nova Ordem Mundial, blog que também não refresca os Ecoterroristas.


A primeira notícia é de 2008 e a segunda de 2009. 


1 - O TERROR: 


O drama dos refugiados climáticos


Publicada em 13/03/2008 


Reuters

O Globo Online


LONDRES - Os ilhéus de Tuvalu podem perder seus lares e muito de suas terras nas próximas décadas. Mas o mundo ainda tem que descobrir o que fará com eles - e mais milhões de outros habitantes de arquipélagos como as Maldivas, Fiji ou Carteret, que serão deslocados pelas mudanças climáticas. Essa semana, a União Européia já avisou que o mundo deve se preparar para o aumento substancial da pressão migratória em função das alterações do clima.
- É um jogo de empurra - disse Andrew Simms, diretor de política da New Economics Foundation, de Londres. - Ninguém quer assumir os problemas dos refugiados climáticos.
E o problema é urgente no pequeno arquipélago do Pacífico. Esse grupo de atóis e recifes está em média dois metros abaixo do nível do mar, que a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que suba de 20 a 60 cm até 2100. A elevação associada à degradação ambiental faria de grande parte de Tuvalu inabitável. No curto prazo, também devasta plantações inteiras, causando enormes prejuízos econômicos, e afeta a qualidade de boa parte da água potável.
Conte-nos qual é, na sua opinião, o pior dos problemas ambientais
Em situação ainda pior estão as Ilhas Carteret (de Papua Nova Guiné), que começaram a ser evacuadas em 2005, num processo que deveria terminar em 2007, mas ainda não foi finalizado. Enquanto isso, muros foram levantados para proteger algumas regiões da antes idílica paisagem. Estima-se que em 2015, praticamente todas as suas terras estarão submersas. Em Fiji, além da elevação das águas, a escassez das chuvas também pode obrigar as populações a se mudar.
Ilha Tavarua (de Fiji): só comporta 30 pessoas
(Conheça um pouco mais das regiões afetadas: Tuvalu, Fiji, Maldivas e Ilhas Carteret )
Para alertar para a situação do povo de Tuvalu, Shuichi Endo, jornalista e ativista japonês fotografou dez mil habitantes da ilha, praticamente toda a população.
- Se países industrializados como o Japão e os EUA não diminuírem suas emissões de gases estufa, a população de Tuvalu não conseguirá continuar vivendo aqui - defende. - Sua cultura será perdida e o povo de Tuvalu não mais existirá. Isso será muito triste. Aqui as pessoas vivem sintonizadas com o ambiente natural. Podíamos aprender muito com elas.
E ninguém parece saber para onde levar os deslocados.
A Autrália foi procurada por autoridades de Tuvalu mas não concordou em reassentar os 12 mil ilhéus. A Nova Zelândia prontificou-se a aceitar 75 pessoas das ilhas por ano dentro da sua cota de imigração regional. Mas não tem política explícita para o pessoal desses atóis do Pacífico.
A demanda ecoa a de outros deslocados climáticos, como africanos da região do Sahel, atacados pela expansão do deserto do Saara, ou a população asiática de Bangladesh, pelas enxurradas.
- Falta preocupação sobre o assunto nesse momento - comentou Frank Biermann, professor do Instituto de Estudos Ambientais da Universidade de Vrije, em Amsterdã. - Não deve haver nenhuma crise antes de 2030 ou 2040. Mas se não quisermos ver as pessoas em campos de refugiados, em meio à violência, entre outras conseqüências indecentes, devemos fazer algo.
Cenários paradisíacos, como o da ilha Viti Lefu (Ilhas Fiji) podem ganhar muros de contenção e mesmo desaparecerPressão migratória
Secas, enchentes, tempestades violentas, além do derretimento das calotas polares, que elevará o nível do mar, são as algumas das conseqüências das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento da Terra.
Especialistas estimam que de 200 a 250 milhões de pessoas serão forçadas a sair de suas terras até o meio do século. E, essa semana, o Alto Representante da União Européia, Javier Solana, avisou que a pressão migratória vai aumentar "substancialmente" em função das alterações do clima.
Um relatório divulgado por Solana afirmou que as pessoas que já sofrem com a saúde fraca, desemprego e exclusão social, serão os mais afetados pelo clima . Isso levaria a migrações em massa dentro de países ou mesmo internacionais, o que por sua vez geraria e aumentaria conflitos.
"Algumas países extremamente vulneráveis às mudanças climáticas já pedem pelo reconhecimento internacional da migração forçada pelo clima", afirma o relatório.
Vista aéra das ilhas MaldivasLimbo jurídico
Enquanto das demandas pelo reconhecimento desse tipo de migração forçada não são atendidos, os afetados pelo clima estarão num limbo jurídico. A Agência de Refugiados da ONU (UNHCR) não endossou a proposta de colocá-los sob sua proteção e não há consenso sobre como definir legalmente esse tipo de migração. Especialistas dizem que a ONU teme não ter capacidade de lidar com o aumento no número de pedidos de refúgio.
- Os países mais restritivos quanto à migração são os maiores responsáveis pelo aquecimento global - diz Frank Biermann, que recomenda que se crie um fundo mundial para proteger e realocar esse refugiados.
Biermann também defende que estratégias de longo prazo, como começar a afastar as pessoas da costa, previnirá as cidades de crises.
ENCONTRADO EM TUVALU O ELO PERDIDO
DA ESPÉCIE HOMO AQUECIMENTÓIDE:
O HOMO TUVALUENSIS !!!


2 - O ANTI-TERROR:

O Aumento do Nível do Mar pelo Aquecimento Global é a Maior Mentira Jamais Contada



The Telegraph

6:25PM GMT 28 Mar 2009


O veredito firme do Dr. Mörner é que toda a conversa sobre a subida do nível do mar não passa de uma colossal história para assustar, escreve Christopher Booker.


Se existe alguma coisa que mais do que qualquer outra é utilizada para justificar as propostas de que o mundo deve gastar dezenas de triliões de dólares para combater o aquecimento global (ou mudanças climáticas, como agora é chamado), é a ideia de que podemos enfrentar uma subida desastrosa do nível do mar. As calotas polares da Antárctida e da Groelândia vão derreter, segundo nos dizem, e o aquecimento dos oceanos será cada vez em maior extensão, e o resultado será uma catástrofe.


Embora o Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas das Nações Unidas (IPCC) preveja apenas uma subida de 59 cm do nível do mar até 2100, Al Gore no seu filme "Uma Verdade Inconveniente", premiado com um Oscar, foi muito mais longe, falando em cerca de 6 metros e mostrando gráficos de computador de cidades como por exemplo Xangai e São Francisco metade submersas. Conhecemos também o gráfico que mostra a zona central de Londres em uma situação semelhante. Relativamente às pequenas nações insulares como as Maldivas e Tuvalu, como o Príncipe Charles gosta de nos dizer e o Arcebispo de Canterbury repetia na semana passada, elas vão desaparecer.

Mas se há um cientista que sabe mais sobre o nível do mar do que qualquer outra pessoa do mundo é o geólogo e físico sueco Nils-Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Alterações do Nível do Mar da INQUA. E o veredicto firme do Dr. Mörner, que há 35 anos utiliza todos os métodos científicos conhecidos para estudar os níveis do mar em todo o globo, é que toda esta conversa acerca da subida do nível do mar não passa de uma colossal história para assustar.

Apesar de variações para baixo e também para cima, "o mar não está a subir", afirma ele. "Não sobe há 50 anos". Se existe alguma subida neste século, "não será mais de 10 cm, com uma incerteza de mais ou menos 10 cm". E independentemente do exame das provas concretas, afirma o Dr. Mörner, as leis elementares da física (calor latente necessário para derreter o gelo) dizem-nos que o apocalipse evocado por Al Gore e companhia não pode materializar-se.

O motivo porque o Dr. Mörner, antigo professor em Estocolmo, está tão certo que estas afirmações sobre a subida do nível do mar estão 100 por cento erradas é que todas elas se baseiam em previsões de modelos de computador, ao passo que as suas descobertas se baseiam em "ir para o campo observar o que é que está de fato a acontecer no mundo real".

Quando dirigia a Comissão Internacional para as Alterações do Nível do Mar, o Dr. Mörner lançou um projeto especial sobre as Maldivas, cujos líderes andam há 20 anos pedindo enormes montantes de ajuda internacional para protelar o desastre. Ele e a sua equipa de especialistas visitaram as ilhas seis vezes, para confirmar que o mar não subiu durante meio século. Antes de anunciar as suas descobertas, ele ofereceu-se para mostrar aos habitantes um filme explicando porque é que não tinham de se preocupar. O governo recusou que este filme fosse apresentado.

Igualmente em Tuvalu, onde os líderes locais pedem há 20 anos para que os habitantes sejam evacuados, o nível do mar quando muito diminuiu nas últimas décadas. A única prova que os alarmistas podem citar baseiam-se no fato de a extração de água subterrânea para a cultura do abacaxi ter permitido a entrada de água do mar para a substituir. Entretanto. Veneza, por sua vez, esta a afundar não o mar Adriático a subir, afirma o Dr. Mörner.

Uma das suas descobertas mais chocantes foi dar-se conta do motivo porque o IPCC ter conseguido mostrar que os níveis do mar estão subindo 2,3 mm por ano. Até 2003, mesmo as suas próprias provas baseadas em imagens de satélite não revelavam qualquer tendência ascendente. Mas, de repente, o gráfico inclinou-se para cima porque os especialistas favorecidos pelo IPCC tinham-se servido do resultado de um único marégrafo no porto de Hong Kong que mostrava uma subida de 2,3 mm. Toda a projeção global do nível do mar foi então ajustada para cima por um "fator de correcção" de 2,3 mm, porque, conforme admitido pelos cientistas do IPCC, eles "precisavam de mostrar uma tendência".

Quando falei com o Dr. Mörner na semana passada, ele exprimiu a sua continuada consternação sobre a forma como o IPCC tem alimentado o alarme em relação a esta questão crucial. Quando lhe pediram para ser o "revisor especialista" dos dois últimos relatórios do IPCC, ficou "espantado ao descobrir que nenhum dos 22 autores que escreveram sobre o nível do mar era especialista nesta área: nem um". No entanto, os resultados de toda esta "ignorância deliberada" e a dependência em modelos de computador manipulados tornaram-se o motor mais potente de toda a histeria dos defensores do aquecimento global.

Fonte: Anti-Nova Ordem Mundial 

Fonte: The Telegraph



terça-feira, 4 de outubro de 2011

0043 - PROFESSOR LUIZ CARLOS MOLION NO PROGRAMA CANAL LIVRE EM 10/1/2010 - II (FINAL)

Luiz Carlos Baldicero Molion
Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1969), PhD em Meteorologia, University of Wisconsin, Madison (1975), pós-doutorado em Hidrologia de Florestas, Institute of Hydrology, Wallingford, UK (1982) e é fellow do Wissenschftskolleg zu Berlin, Alemanha (1990). É Pesquisador Senior aposentado do INPE/MCT e atualmente Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas, professor visitante da Western Michigan University, professor de pós graduação da Universidade de Évora, Portugal. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Dinamica de Clima, atuando principalmente em variabilidade e mudanças climáticas, Nordeste do Brasil e Amazonia, e nas áreas correlatas de energias renováveis, desenvolvimento regional e dessalinização de água. É membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia, Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/WMO).







0042 - PROFESSOR LUIZ CARLOS MOLION NO PROGRAMA CANAL LIVRE EM 10/1/2010 - I

Luiz Carlos Baldicero Molion
Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1969), PhD em Meteorologia, University of Wisconsin, Madison (1975), pós-doutorado em Hidrologia de Florestas, Institute of Hydrology, Wallingford, UK (1982) e é fellow do Wissenschftskolleg zu Berlin, Alemanha (1990). É Pesquisador Senior aposentado do INPE/MCT e atualmente Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas, professor visitante da Western Michigan University, professor de pós graduação da Universidade de Évora, Portugal. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Dinamica de Clima, atuando principalmente em variabilidade e mudanças climáticas, Nordeste do Brasil e Amazonia, e nas áreas correlatas de energias renováveis, desenvolvimento regional e dessalinização de água. É membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia, Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/WMO).






0041- IMPRENSA ECOTERRORISTA

MIRIAM ECO-TERRORISTA LEITÃO


Míriam Leitão, colunista do jornal o globo, faz suas análises e não cita os dados que a levaram as conclusões. O artigo china e clima é um exemplo. Ao ler o texto temos a impressão que o apocalipse climático antropogênico ja se iniciou.


Fiquei tão preocupado com as quebras de safras, o aumento dos preços e a fome no mundo, que fui ao site do departamento de agricultura americano, afinal se alguém neste planeta possui a metodologia e os dados para análise é ele.


Os estoques de grãos estão baixos pelo efeito de uma sequência interminável de desastres ambientais que vêm afetando colheitas de inúmeros produtos nos últimos anos. Não é um problema só econômico. É também climático.


Na safra 2010/2011 a rússia e a ucrânia realmente tiveram uma grande perda devido a seca. A projeção para este ano é de uma pequena queda na produção americana. Porém a expectativa global para a safra 2011/2012 é superior a anterior, mais 61 milhões de toneladas. Uma pena que ela não citou que o milho e a soja cada vez mais estão alimentando os carros. A produção brasileira de biodieselpassou de 4 mil barris em 2005 para 15 milhões de barris em 2010. A partir deste ano o consumo de milho para a produção de etanol nos eua ultrapassa o utilizado para outros fins. Realmente grande parte do problema é climático, estão queimando comida e não petróleo para evitar o CO2.


O ano de 2011 é o sétimo consecutivo de grandes eventos climáticos que afetaram a economia e desequilibraram o abastecimento de algum produto. A série começou em 2005, com o Katrina, mas também com secas na Austrália, que foram sucedidas por grandes enchentes. A Austrália, como se sabe, é produtora importante de alimentos, como o Brasil.


A última safra anterior ao início do fim, a 2004/2005 teve uma produção de 1,95 bilhões de toneladas de trigo, milho, arroz e soja. Em 2010/2011 o volume destes quatro produtos foi de 2,18 bilhões de toneladas. Considerando as estimativas para a população mundial de 6,45 bilhões de habitantes para 2005 e 6,9 bilhões para 2010, a produção per capita até aumentou um pouco.


A safra de cana será 8,4% menor este ano. É a terceira safra consecutiva que teve problemas por razões climáticas. Isso afetará também o abastecimento de combustível, que continua prisioneiro do dilema do desequilíbrio de preços.
produção de cana no Brasil nos dois últimos anos foi de 603 e 622 milhões de toneladas. A produtividade por hectare na safra 2009/2010 foi baixa, 62 t por hectare. Em 2010/2011 foi superior a média dos cinco anos anteriores, chegando a 77t. A A produção de açúcar cresceu mais de 24%, passando de 30 milhões de t em 2006/2007 para 38 milhões de t em 2010/2011. No mesmo períodoo etanol produzido foi de 17,9 para 27,6 bilhões de litros, mais 54%. A área plantada cresceu 37% e a colheita 62%. O problema na produção deste ano tem outros complicadores, parece que convenientemene omitidos no artigo.


Um fator foi a renovação de canaviais em ritmo menor que o normal desde 2008, devido à crise global.” Rio Negócios 
Os investimentos em canaviais estão praticamente paralisados desde a crise financeira de 2008, e os produtores aguardam uma sinalização do governo para investir.” idem


Estão aguardando subsídios! Cabe ao governo petista da dilma solucionar esta questão.


A demanda mundial sobre nossos produtos vai fortalecer ainda mais a pressão para que o Congresso aprove a lei que facilita desmatar. O agronegócio pensa estar defendendo seus interesses, mas se houver mais desmatamento vão se agravar os fatores que têm provocado eventos climáticos extremos.


Mais uma vez ela mente sobre a licença para desmatar que representa o novo Código Florestal Brasileiro. Continua sob a sombra da vara torta.


A população mundial cresce anualmente. Países que há poucas décadas atrás estavam economicamente estagnados passaram a apresentar altas taxas de crescimento. Chineses e indianos que representam quase 40% da população mundial estão se incorporando ao mercado. O aumento da renda os leva a consumir mais e melhores alimentos. A américa do norte, a europa e grande parte da ásia não possuem mais estoques de terras agriculturáveis. As grandes fronteiras ainda existentes estão na américa latina e na áfrica. No Brasil existe o complicador que seria o avanço sobre a floresta amazônica. Novos desmatamentos devem ser evitados, porém como atender a demanda global por comida e ao mesmo tempo em que incentivam os combustíveis verdes? Como abandonar os 80 milhões de hectares consolidados utilizados pela agropecuária em nosso território para recomposição florestal se permanecer a atual legislação? Neste caso específico teríamos mais florestas e muito menos produção. Gostaria que os ecologistas mostrassem um plano global. Como equilibrar a produção de alimentos, com os ecocombustíveis e o reflorestamento. Não podemos também esquecer que grande parte da elevação do preço é devida a especulação nas bolsas que negociam commodities. Isto também não foi citado pela principal jornalista de economia do jornal da famiglia marinho. Com certeza para não desagradar as suas fontes nas corretoras que operam no setor.


Mais uma vez a serva das ongs ecológicas internacionais escreveu uma coluna para alarmar a classe média urbana ecopreocupada com o que é publicado na imprensa mas desconhece os fatos. O objetivo é pressionar o senado para atender as exigências dos crentes no verdismo e seus gurus externos.


Postado por Jorge Nogueira Rebolla


Fonte: Sol e Mudanças Climáticas 



Comentário deste blog: 


Considero a crítica feita por Jorge Nogueira perfeita. Nunca li os artigos de Miriam Leitão. Há muitos anos, não leio o jornal "O Globo" e minhas fontes de informação são blogs e sites que nada tem em comum com a jornalista e este seu jornal. Aliás, nos blogs e sites que leio, ambos não são nada queridos.


Apenas, gostaria de acrescentar dois fatos que considero importantes sobre a citada jornalista e, pelo visto acima, o seu fanatismo ecoterrorista. 


Em primeiro lugar ela trabalha para as Organizações Globo que, segundo a Wikipédia, é o maior conglomerado de mídia da América Latina e um dos maiores do mundo. Na minha opinião, a empresa Organizações Globo é o maior conglomerado do Ecoterrorismo do Brasil, evidentemente, colaborando ativamente com "conglomerados" de outros países bem mais poderosos. 
Sua missão principal: Lavagem Cerebral.


Seu Vice-Presidente de Responsabilidade Social e Presidente da Fundação Roberto Marinho, é o Sr. José Roberto Marinho, filho do Sr. Roberto Marinho. Não é  por acaso que o Sr. José Roberto, é um dos Membros do Conselho Consultivo da famigerada WWF - "Brasil". Caros leitores é bom que saibam que ele é também Fundador do Instituto Acqua (ONG da área de recursos hídricos) e Membro dos Conselhos Diretores do Instituto Ethos, Viva Rio, Ação Comunitária do Brasil, dentre outros. (Fonte: WWF - Brasil).


"Tal pai, tal filho", no caso o velho ditado é perfeito: Entreguismo Hereditário!


Em segundo lugar, a jornalista é casada com um outro ecoterrorista, o cientista político e jornalista Sérgio Abranches, autor do livro "Copenhague - antes e depois". 


Por estas duas razões, é compreensível que a jornalista Miriam Leitão 
"chute" qualquer coisa para defender o "seu ganha pão". Quem vai conferir seus "brilhantes" conhecimentos da agricultura mundial? Eu acho que só o nosso parceiro Jorge Nogueira e mais uns poucos que estão sempre atentos ao eco-terror climático. 


Miriam Leitão é apenas mais uma que se utiliza da Tática dos Ecoterroristas! Mentir, mentir, mentir !!! (Fonte: Goebbels).


Aproveitando a oportunidade, já que estamos falando das Organizações Globo, apresento-lhes o seu último lançamento: LAVADORA, SÓ SE FOR GLOBO !!!


Colagem Digital sobre fotos do Google Imagens - Maurício Porto / 2010






















Lavadora Globo: 


Põe de Molho, Lava, Enxágua e Centrifuga...o seu Cérebro.
Não tenha medo, você não precisa enfiar a sua cabeça na lavadora pois ela não funciona com a porta aberta.
Basta programá-la e poderá assistir na Porta Circular, 
o novíssimo Monitor Global, todos os programas que você escolher, de preferência: O Faustão, Zorra Total, Jornal Nacional,  Globo Ecologia, "Novelhas", "O Dramático Galvão", 
e o melhor Programa da TV Mundial, o BBB.
Em 3 meses, nós garantimos: você não usará mais o seu cérebro. Esquecerá de tudo, assinará o "O Globo" e será o mais feliz cidadão do Mundo, um verdadeiro Globotomizado e mais ainda, um autêntico Globidiota. 
Assim, a gente SEMPRE SE VERÁ POR AQUI !!!
Plim, Plim !!!


Maurício Porto.