sexta-feira, 14 de setembro de 2012

0323 - Ianomâmis Negam Massacre na Venezuela

Ianomâmis sentam ao redor de fogueira 
na comunidade de Irotatheri, 
no sul da Venezuela, a 19 km da fronteira brasileira 
(Foto: Carlos Garcia Rawlins / Reuters)

Indígenas negaram massacre denunciado pela ONG Survival International. Segundo versão, 80 índios teriam sido mortos por garimpeiros brasileiros.
Por G1/ Reuters
10 de setembro de 2012

Índios ianomâmis negaram a autoridades e jornalistas que sua aldeia na Venezuela tenha sido cenário de um massacre, e a entidade Survival International também recuou do seu relato inicial sobre a suposta matança de dezenas de pessoas.

A versão inicial do incidente era que garimpeiros brasileiros tinham ido de helicóptero à aldeia de cerca de 80 moradores e cometido uma matança indiscriminada, deixando apenas três sobreviventes.

Segundo a acusação, o caso havia ocorrido em julho, mas só fora denunciado em agosto por outros índios ianomâmis da remota região amazônica, próxima à fronteira com o Brasil.

"Ninguém matou ninguém", disse o chefe da aldeia na serra Parima, que se identificou apenas como Massupi, falando a jornalistas no local, com a ajuda de um intérprete. "Aqui estamos todos bem", acrescentou ele, vestindo uma tanga vermelha e sentado em frente a uma oca de palha.

O governo do presidente Hugo Chávez, que se orgulha da atenção dedicada aos direitos dos indígenas, havia prometido investigar o incidente, mas vinha dizendo repetidamente nas últimas semanas que não havia indícios de uma chacina.

Em nota na segunda-feira, a Survival International disse: "Tendo recebido seus próprios testemunhos de fontes confidenciais, a Survival agora acredita que não houve ataque de garimpeiros contra a comunidade ianomâmi de Irotatheri".

"Atualmente não sabemos se essas histórias foram ou não motivadas por um incidente violento, o que é a explicação mais provável, mas a tensão continua elevada na área."

Incidentes entre índios garimpeiros e fazendeiros são relativamente comuns na região. Em 1993, 16 ianomâmis foram mortos num ataque de garimpeiros no Brasil.
[*]

Na aldeia, Massupi e outros índios pareceram surpresos com a chegada de um helicóptero militar transportando jornalistas. O grupo foi recebido por moradores empunhando lanças, arcos e flechas, mas sorridentes.

Funcionários do governo aproveitaram a visita para entregar roupas e alimentos aos ianomâmis, que falaram aos jornalistas por meio de um intérprete contratado pelo governo.

Em vez de encontrar indícios de violência, um fotógrafo da Reuters se deparou com moradores dançando, descansando em redes, caçando ou cozinhando.


Meus agradecimentos a Davi Schweitzer.

Fonte: G1/ globo.com
Fonte: Reuters

[*] Sobre a outra farsa "montada" em 1993, leiam a postagem: 0322 - ONGs Apertam o Cerco Contra a Portaria 303 da Advocacia Geral da União e Acusam, sem Provas, Garimpeiros Brasileiros de um Ataque Aéreo a uma Aldeia Ianomâmi (ver aqui).


Nota deste Blog:

Por um Brasil Soberano!

Fora ONGs Estrangeiras e seus Laranjas do Ministério do Meio Ambiente, da Funai e do Ibama!!!

Maurício Porto,
14 de setembro de 2012




0322 - ONGs Apertam o Cerco Contra a Portaria 303 da Advocacia Geral da União e Acusam, sem Provas, Garimpeiros Brasileiros de um Ataque Aéreo a uma Aldeia Ianomâmi


Massacre de Ianomâmis é negado pela Venezuela

Por Editoria do Site Alerta em Rede
8 de setembro de 2012

Em meio à onda de denúncias sobre um suposto “massacre” de indígenas ianomâmis cometido por garimpeiros brasileiros, em uma região da Venezuela próxima à fronteira com o Brasil, o governo venezuelano afirmou que não há evidências de que a tragédia tenha ocorrido. As denúncias foram veiculadas, com o estardalhaço habitual em tais casos, por organizações não-governamentais (ONGs) vinculadas ao aparato indigenista internacional, como parte de sua ensandecida campanha contra a Portaria 303 da Advocacia Geral da União (AGU), ao mesmo tempo em que tenta criar constrangimentos para a Venezuela.

Sem surpresa, a denúncia foi trombeteada pela porta-estandarte do aparato indigenista, a ONG britânica Survival International. Em 29 de agosto, a ONG postou em seu sítio, com letras garrafais, a manchete: “ATROCIDADE: chegam notícias de ‘massacre’ em remota comunidade ianomâmi.” O texto da nota informava:

Garimpeiros na Venezuela promoveram um “massacre” de índios ianomâmis isolados, de acordo com relatos recebidos pela Survival International. Testemunhas do desfecho relataram ter encontrado “corpos e ossos queimados”, quando visitaram a comunidade de Irotatheri, na região de Momoi, próxima à fronteira com o Brasil. Os relatos iniciais sugerem que até 80 pessoas foram mortas, mas estes números são impossíveis de se confirmar. Apenas três sobreviventes foram encontrados. Acredita-se que o ataque tenha ocorrido em julho, mas as notícias apenas estão começando a emergir. Devido à localização remota da comunidade, os índios que descobriram os corpos levaram dias caminhando até o aldeamento mais próximo, para relatar a tragédia.

Ainda segundo a nota, Luis Shatiwe Yanomami, um líder da organização ianomâmi Horonami, esteve na região e conversou com índios locais sobre o que teriam presenciado. De acordo com ele, as testemunhas ouvidas viviam na mesma moradia onde teria ocorrido o massacre, tendo sobrevivido por estarem caçando por ocasião da chacina.

Comentando o caso, o diretor ONG, Stephen Corry, disparou:

Esta é mais uma tragédia terrível para os ianomâmi – crime que se soma a outros crimes. Todos os governos amazônicos devem parar com a mineração, que é crescente e ilegal, e o estabelecimento de colônias de garimpeiros em territórios indígenas. Tais atividades, inevitavelmente, levam ao massacre de indígenas, incluindo mulheres e crianças. As autoridades venezuelanas devem levar os assassinos a julgamento e enviar um sinal a toda a região, de que os índios não poderão ser mortos impunemente. A mineração e a exploração de jazidas deve ser suspensa.

Enquanto a notícia do “massacre” se espalhava pelo planeta, o aparato indigenista se mobilizava para apontar o dedo para o governo brasileiro, já que os supostos assassinos seriam garimpeiros brasileiros. Em 31 de agosto, o Instituto Socioambiental (ISA) divulgou uma “Denúncia de novo ato genocida cometido por garimpeiros brasileiros ao povo Yanomami na Venezuela, na fronteira com o Brasil”, encaminhada pela Hutukara Associação Yanomami (HAY) aos presidentes Hugo Chávez e Dilma Rousseff, ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel. A HAY é dirigida por Davi Kopenawa Yanomami, um dos principais líderes da etnia no Brasil. O texto oferece mais detalhes sobre o caso:

Os fatos amplamente divulgados pela imprensa mencionam que garimpeiros brasileiros teriam atacado de helicóptero, atirando bombas na comunidade, matando as pessoas que se encontravam no local e incendiado o shapono (casa coletiva onde moram).

Curiosamente, o texto não explica como, sem qualquer testemunha, se chegou à conclusão de que os indígenas haviam sido alvos de um ataque aéreo, pois os alegados sobreviventes da chacina estariam caçando na mata, razão pela qual teriam escapado.

Diante das denúncias, o governo venezuelano se mobilizou prontamente e enviou à região um grupo constituído por membros do Ministério dos Povos Indígenas, Comissão das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, Procuradoria-Geral da República, Defensoria Pública, , Ministério das Relações Exteriores e Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminais. Em paralelo, o embaixador brasileiro em Caracas, José Antonio Marcondes de Carvalho, também encaminhou às autoridades venezuelanas um pedido para a apuração dos fatos.

Em 3 de agosto, a ministra dos Povos Indígenas, Nicia Maldonado, deu uma entrevista à emissora estatal de televisão VTV, na qual afirmou que a comissão de investigação não havia encontrado qualquer vestígio do suposto massacre. “Nós podemos dizer ao país que não havia indício algum de qualquer morte ou de queima de casas, nem de massacre de ianomâmis no Alto Orinoco… Felizmente, tudo acabou se confirmando como falso”, disse ela (Agência Brasil, 3/09/2012).

O ministro do Interior, Tareck El Aissami, reforçou: “Visitamos todas as comunidades ianomâmis e, por sorte, não encontramos qualquer tipo de fato lamentável ou situação de violência”. O ministro rotulou a denúncia como uma “falsa notícia”.

Todavia, apesar do desmentido, o aparato indigenista tem insistido na versão do massacre. A Coordenação de Organizações Indígenas do Amazonas (Coiam), que fez a denúncia inicial, afirmou que a comissão enviada pelo governo à região não teria visitado a comunidade Irothateri, “razão pela qual não pode afirmar que não há evidências”. No mesmo tom, o vice-presidente da Horonami Organização Yanomami (HOY), Itirio Hoariwe, insiste em que “a comissão não chegou ao local do massacre” e solicitou “o prosseguimento da investigação sobre os fatos denunciados, até que se chegue à comunidade Irotatheri.. o que permitirá determinar exatamente o que ocorreu” (AFP, 4/09/2012).

A Survival reforçou o pedido por “uma investigação mais detalhada”. “Nossos informantes afirmam que a equipe do governo não foi até o local do massacre”, disse à AFP a diretora de investigação Fiona Watson.

Ao coro das ONGs, se juntou a indefectível Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (CIDH), que, mesmo após o pronunciamento oficial do governo de Caracas, insistiu em instar as autoridades venezuelanas a “conduzir uma investigação aprofundada, para determinar conclusivamente o que aconteceu” (CIDH, 5/09/2012).

No parágrafo seguinte, a nota da CIDH recorda o famigerado “massacre de Haximu”, observando que:

De acordo com as leis internacionais de direitos humanos, os Estados têm a obrigação de realizar investigações judiciais sobre atos de violência sérios relatados, de punir os responsáveis e reparar as conseqüências. A este respeito, a Comissão valoriza o cumprimento das recomendações referentes à decisão contida no Relatório de Méritos do Caso 11.745, “16 indígenas ianomâmis vs. Brasil”, sobre um massacre de 16 indivíduos indígenas ianomâmis perpetrado em 1993, por garimpeiros ilegais de origem brasileira, na região de Haximu, Venezuela.

O “massacre de Haximu”


A CIDH não foi a primeira a recordar o chamado “massacre de Haximu”. Dias antes, a Survival International já havia relacionado o suposto massacre de Irothateri ao ocorrido na comunidade de Haximu, também na Venezuela, próximo à fronteira com o Brasil, em 1993. Na ocasião, determinou-se que 16 índios foram assassinados por 22 garimpeiros que trabalhavam ilegalmente dentro da reserva ianomâmi. Destes, somente quatro foram, posteriormente, considerados culpados, num julgamento que chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A tentativa de reviver o episódio sugere uma investida nos moldes da promovida em 1993, que manteve o Brasil nas manchetes da mídia mundial durante várias semanas, apontando o País como conivente com o “genocídio” de seus povos indígenas. Lamentavelmente, o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro acabaria acolhendo tal qualificação, ao julgar os acusados.

O único senão é que os cadáveres das vítimas do “massacre” jamais foram encontrados, pois, segundo antropólogos ligados aos indígenas, os ianomâmis têm o hábito de cremar os seus mortos e, por conseguinte, as únicas evidências oferecidas foram urnas com cinzas misturadas com folhas de banana, segundo as tradições indígenas.

Apesar da inexistência de corpos, os indícios sugeriam que algumas mortes tenham, efetivamente, ocorrido, em função dos embates entre indígenas e garimpeiros, que eram constantes, após a demarcação da reserva ianomâmi em território contínuo, em 1992, no governo Collor, no que foi a primeira capitulação brasileira às pressões do aparato indigenista internacional capitaneado pela Survival International.

Não obstante, o que mais chamou a atenção foi a avalanche midiática desfechada contra o País. Antes de que se tivesse qualquer evidência concreta, a palavra “genocídio” passou a frequentar as manchetes e declarações das próprias autoridades brasileiras, com o número de vítimas subido, rapidamente, de 19 para 40, 73, 89 e 120, para, finalmente, cair para 16. Depois de algumas semanas de investigações da Polícia Federal, mesmo não tendo sido encontrado qualquer cadáver, 20 garimpeiros foram indiciados e acusados do crime de genocídio, tendo sido quatro deles, posteriormente, condenados a 20 anos de prisão.

Um ano depois, em maio de 1994, o jornalista Janer Cristaldo, da Folha de S. Paulo, escreveu um contundente artigo intitulado “Os bastidores do ianoblefe”, no qual considerou o caso como “o maior blefe já registrado na imprensa nacional e internacional”.

O que é a Survival International


A Survival International (SI) é a seção de “assuntos humanos” do Fundo Mundial para a Natureza (WWF). Foi fundada em 1969, com o patrocínio de sir Peter Scott, então presidente da WWF, para oferecer financiamento para “ajudar os povos indígenas a proteger suas terras, seu meio ambiente e seu modo de vida”, eufemismo para a criação de enclaves onde habitam os indígenas com autonomia sobre o solo e subsolo de seus “territórios” sobre os quais as nações onde se localizam exerceriam o que denominam “soberania limitada”.A SI foi fundada visando à criação da gigantesca reserva ianomâmi, no Brasil e na Venezuela.

Em 1971, o antropólogo britânico Robin Hanbury-Tenison, então presidente da SI, empreendeu viagens exploratórias à América do Sul, cujos roteiros coincidiram com os eixos naturais de integração do subcontinente. Em seu livro Worlds Apart, o próprio Hanbury-Tenison apresenta um mapa onde demonstra esta preocupação e revela que a importância estratégica de seus roteiros lhe fora indicada pessoalmente pelo príncipe Philip.

Em 1976, a equipe da SI , encabeçada por Kenneth Taylor e pelo antropólogo Bruce Albert, foi expulsa do Brasil. Em 1980, Marcus Colchester, antropólogo britânico e colaborador da SI, publicou uma proposta para criar um parque em território venezuelano fronteiriço com o Brasil. Em 1985, a Organização dos Estados Americanos (OEA) instou o governo brasileiro a criar um parque Ianomâmi para preservar seus costumes e sua “cultura”.

Em 1989, a SI levou o líder Ianomâmi Davi Kopenawa em uma turnê pela Europa, durante a qual recebeu uma enorme cobertura da imprensa internacional.


Fonte: Alerta em Rede


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

0321 - Repostagem 01/0044 - TERRORISMO CLIMÁTICO: UM OCEANO DE MENTIRAS

Caros leitores,

A partir de hoje, 13/09/12, resolvi fazer a repostagem de algumas antigas postagens deste blog seguindo o critério das que eu acho as mais importantes ou mais lidas na ocasião. Acredito que a maior parte dos leitores atuais deste blog não as leram.

Eu explico porque: este blog vai fazer um ano em 24 de setembro próximo. Nos quatro primeiros meses de sua existência a média de entradas diárias era na ordem de trinta e poucas. Nos três meses seguintes, as entradas subiram para aproximadamente cento e quarenta por dia. Nos últimos cinco meses, as entradas diárias já ultrapassam 350 e continuam subindo.

Sinceramente, não acredito que este salto tenha acontecido em função da minha persistência ou por mérito próprio deste blog. Na minha opinião o que ocasionou este fato, um verdadeiro divisor de águas, foi a entrevista do Professor Ricardo Felício no Programa do Jô Soares! Uma real derrubada do "Muro de Berlim" que a censura da mídia nacional, comprometida com a mídia internacional, impunha aos nossos cientistas críticos do Aquecimento Global Antropogênico, através da sua agenda comandada pelo stablishment anglo-americano e seus agentes, as ONGs - exércitos de ocupação de 4ª geração - e seus laranjas que por corrupção ou por interesses espúrios, estão hoje infiltrados em governos de vários países, inclusive no nosso - (ver aqui).

Agradeço de coração, a todos os meus seguidores. Aos meus grandes amigos, importantíssimos colaboradores e orientadores, que no momento prefiro não citá-los e que na ocasião que eu julgar, com certeza irei homenageá-los, Agradeço a todos os blogs, brasileiros e portugueses, que me colocaram entre os seus favoritos e que aos poucos vou tomando conhecimento e a todos vocês, meus atuais e queridíssimos leitores deste meu blog, que carinhosamente chamo de "Meu Bloguinho".    
  
A derrubada dos "Muros de Berlim" que ainda existem e não são poucos, a luta pela liberdade de expressão, pela verdade científica, pela verdade na mídia, pela plena democracia, pelos princípios básicos e eternos do verdadeiro Cristianismo, pelo Humanismo, pelo respeito à Soberania das Nações, pela Paz Mundial e tantas outras nobres causas, que há muitos anos estão praticamente esquecidas, eu juro que lutarei !!!

Aos 67 anos de idade, tenho plena consciência que infelizmente, esta é uma luta inglória e sem fim. Mas, dela nunca desistirei, até a minha morte !!!

A todos vocês, em especial a Jô Soares, a quem não conheço pessoalmente, MUITO OBRIGADO !!!

Caros leitores,

Espero que "curtam" as minhas Repostagens!!! 
A todos, um imenso e agradecido abraço !!!

Maurício Porto,
13 de setembro de 2012.
Texto revisto às 02:38 de 14/09/12

0044 - TERRORISMO CLIMÁTICO: UM OCEANO DE MENTIRAS 


COMO SEMPRE O "PANDEMÔNIO" NAS MANIFESTAÇÕES

Pandemônio, significa todos os demônios. O vocábulo foi criado pelo poeta inglês Milton (1608 — 1674) no livro Paraíso perdido. Designava o palácio de Satã. Depois, ampliou o sentido. Quer dizer tumulto, desordem, confusão. Em suma: coisas do diabo
                                                        Fonte: Yahoo! RESPOSTAS

Caros leitores, aqui estão duas notícias que demonstram muito bem como age 
o Terrorismo Climático. A primeira é um verdadeiro carro bomba. Ela se refere a um dos "explosivos" preferidos dos ecoterroristas: O aumento do nível dos oceanos, um "prato cheio" para as agências de notícias e jornalões envolvidos diretamente com a difusão das mentiras do Aquecimento Gobal Antropogênico. 
A agência e o jornal citados abaixo, são nossos velhos conhecidos.

A segunda notícia é exatamente o oposto. Ela põe a pique a criminosa farsa do aumento do nível dos oceanos. Saiu no The Thelegraph em matéria assinada por Christopher Booker, um anti-aquecimentista de primeira linha. Eu li, com muito prazer, esta matéria no blog Anti-Nova Ordem Mundial, blog que também não refresca os Ecoterroristas.

A primeira notícia é de 2008 e a segunda de 2009. 

1 - O TERROR: 

O drama dos refugiados climáticos

Publicada em 13/03/2008 

Reuters

O Globo Online


LONDRES - Os ilhéus de Tuvalu podem perder seus lares e muito de suas terras nas próximas décadas. Mas o mundo ainda tem que descobrir o que fará com eles - e mais milhões de outros habitantes de arquipélagos como as Maldivas, Fiji ou Carteret, que serão deslocados pelas mudanças climáticas. Essa semana, a União Européia já avisou que o mundo deve se preparar para o aumento substancial da pressão migratória em função das alterações do clima.
- É um jogo de empurra - disse Andrew Simms, diretor de política da New Economics Foundation, de Londres. - Ninguém quer assumir os problemas dos refugiados climáticos.
E o problema é urgente no pequeno arquipélago do Pacífico. Esse grupo de atóis e recifes está em média dois metros abaixo do nível do mar, que a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que suba de 20 a 60 cm até 2100. A elevação associada à degradação ambiental faria de grande parte de Tuvalu inabitável. No curto prazo, também devasta plantações inteiras, causando enormes prejuízos econômicos, e afeta a qualidade de boa parte da água potável.
Conte-nos qual é, na sua opinião, o pior dos problemas ambientais
Em situação ainda pior estão as Ilhas Carteret (de Papua Nova Guiné), que começaram a ser evacuadas em 2005, num processo que deveria terminar em 2007, mas ainda não foi finalizado. Enquanto isso, muros foram levantados para proteger algumas regiões da antes idílica paisagem. Estima-se que em 2015, praticamente todas as suas terras estarão submersas. Em Fiji, além da elevação das águas, a escassez das chuvas também pode obrigar as populações a se mudar.
Ilha Tavarua (de Fiji): só comporta 30 pessoas
(Conheça um pouco mais das regiões afetadas: Tuvalu, Fiji, Maldivas e Ilhas Carteret )
Para alertar para a situação do povo de Tuvalu, Shuichi Endo, jornalista e ativista japonês fotografou dez mil habitantes da ilha, praticamente toda a população.
- Se países industrializados como o Japão e os EUA não diminuírem suas emissões de gases estufa, a população de Tuvalu não conseguirá continuar vivendo aqui - defende. - Sua cultura será perdida e o povo de Tuvalu não mais existirá. Isso será muito triste. Aqui as pessoas vivem sintonizadas com o ambiente natural. Podíamos aprender muito com elas.
E ninguém parece saber para onde levar os deslocados.
A Autrália foi procurada por autoridades de Tuvalu mas não concordou em reassentar os 12 mil ilhéus. A Nova Zelândia prontificou-se a aceitar 75 pessoas das ilhas por ano dentro da sua cota de imigração regional. Mas não tem política explícita para o pessoal desses atóis do Pacífico.
A demanda ecoa a de outros deslocados climáticos, como africanos da região do Sahel, atacados pela expansão do deserto do Saara, ou a população asiática de Bangladesh, pelas enxurradas.
- Falta preocupação sobre o assunto nesse momento - comentou Frank Biermann, professor do Instituto de Estudos Ambientais da Universidade de Vrije, em Amsterdã. - Não deve haver nenhuma crise antes de 2030 ou 2040. Mas se não quisermos ver as pessoas em campos de refugiados, em meio à violência, entre outras conseqüências indecentes, devemos fazer algo.
Cenários paradisíacos, como o da ilha Viti Lefu (Ilhas Fiji) podem ganhar muros de contenção e mesmo desaparecerPressão migratória
Secas, enchentes, tempestades violentas, além do derretimento das calotas polares, que elevará o nível do mar, são as algumas das conseqüências das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento da Terra.
Especialistas estimam que de 200 a 250 milhões de pessoas serão forçadas a sair de suas terras até o meio do século. E, essa semana, o Alto Representante da União Européia, Javier Solana, avisou que a pressão migratória vai aumentar "substancialmente" em função das alterações do clima.
Um relatório divulgado por Solana afirmou que as pessoas que já sofrem com a saúde fraca, desemprego e exclusão social, serão os mais afetados pelo clima . Isso levaria a migrações em massa dentro de países ou mesmo internacionais, o que por sua vez geraria e aumentaria conflitos.
"Algumas países extremamente vulneráveis às mudanças climáticas já pedem pelo reconhecimento internacional da migração forçada pelo clima", afirma o relatório.
Vista aéra das ilhas MaldivasLimbo jurídico
Enquanto das demandas pelo reconhecimento desse tipo de migração forçada não são atendidos, os afetados pelo clima estarão num limbo jurídico. A Agência de Refugiados da ONU (UNHCR) não endossou a proposta de colocá-los sob sua proteção e não há consenso sobre como definir legalmente esse tipo de migração. Especialistas dizem que a ONU teme não ter capacidade de lidar com o aumento no número de pedidos de refúgio.
- Os países mais restritivos quanto à migração são os maiores responsáveis pelo aquecimento global - diz Frank Biermann, que recomenda que se crie um fundo mundial para proteger e realocar esse refugiados.
Biermann também defende que estratégias de longo prazo, como começar a afastar as pessoas da costa, previnirá as cidades de crises.
ENCONTRADO EM TUVALU O ELO PERDIDO
DA ESPÉCIE HOMO AQUECIMENTÓIDE:
O HOMO TUVALUENSIS !!!

2 - O ANTI-TERROR:

O Aumento do Nível do Mar pelo Aquecimento Global é a Maior Mentira Jamais Contada


The Telegraph

6:25PM GMT 28 Mar 2009

O veredito firme do Dr. Mörner é que toda a conversa sobre a subida do nível do mar não passa de uma colossal história para assustar, escreve Christopher Booker.


Se existe alguma coisa que mais do que qualquer outra é utilizada para justificar as propostas de que o mundo deve gastar dezenas de triliões de dólares para combater o aquecimento global (ou mudanças climáticas, como agora é chamado), é a ideia de que podemos enfrentar uma subida desastrosa do nível do mar. As calotas polares da Antárctida e da Groelândia vão derreter, segundo nos dizem, e o aquecimento dos oceanos será cada vez em maior extensão, e o resultado será uma catástrofe.


Embora o Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas das Nações Unidas (IPCC) preveja apenas uma subida de 59 cm do nível do mar até 2100, Al Gore no seu filme "Uma Verdade Inconveniente", premiado com um Oscar, foi muito mais longe, falando em cerca de 6 metros e mostrando gráficos de computador de cidades como por exemplo Xangai e São Francisco metade submersas. Conhecemos também o gráfico que mostra a zona central de Londres em uma situação semelhante. Relativamente às pequenas nações insulares como as Maldivas e Tuvalu, como o Príncipe Charles gosta de nos dizer e o Arcebispo de Canterbury repetia na semana passada, elas vão desaparecer.

Mas se há um cientista que sabe mais sobre o nível do mar do que qualquer outra pessoa do mundo é o geólogo e físico sueco Nils-Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Alterações do Nível do Mar da INQUA. E o veredicto firme do Dr. Mörner, que há 35 anos utiliza todos os métodos científicos conhecidos para estudar os níveis do mar em todo o globo, é que toda esta conversa acerca da subida do nível do mar não passa de uma colossal história para assustar.

Apesar de variações para baixo e também para cima, "o mar não está a subir", afirma ele. "Não sobe há 50 anos". Se existe alguma subida neste século, "não será mais de 10 cm, com uma incerteza de mais ou menos 10 cm". E independentemente do exame das provas concretas, afirma o Dr. Mörner, as leis elementares da física (calor latente necessário para derreter o gelo) dizem-nos que o apocalipse evocado por Al Gore e companhia não pode materializar-se.

O motivo porque o Dr. Mörner, antigo professor em Estocolmo, está tão certo que estas afirmações sobre a subida do nível do mar estão 100 por cento erradas é que todas elas se baseiam em previsões de modelos de computador, ao passo que as suas descobertas se baseiam em "ir para o campo observar o que é que está de fato a acontecer no mundo real".

Quando dirigia a Comissão Internacional para as Alterações do Nível do Mar, o Dr. Mörner lançou um projeto especial sobre as Maldivas, cujos líderes andam há 20 anos pedindo enormes montantes de ajuda internacional para protelar o desastre. Ele e a sua equipa de especialistas visitaram as ilhas seis vezes, para confirmar que o mar não subiu durante meio século. Antes de anunciar as suas descobertas, ele ofereceu-se para mostrar aos habitantes um filme explicando porque é que não tinham de se preocupar. O governo recusou que este filme fosse apresentado.

Igualmente em Tuvalu, onde os líderes locais pedem há 20 anos para que os habitantes sejam evacuados, o nível do mar quando muito diminuiu nas últimas décadas. A única prova que os alarmistas podem citar baseiam-se no fato de a extração de água subterrânea para a cultura do abacaxi ter permitido a entrada de água do mar para a substituir. Entretanto. Veneza, por sua vez, esta a afundar não o mar Adriático a subir, afirma o Dr. Mörner.

Uma das suas descobertas mais chocantes foi dar-se conta do motivo porque o IPCC ter conseguido mostrar que os níveis do mar estão subindo 2,3 mm por ano. Até 2003, mesmo as suas próprias provas baseadas em imagens de satélite não revelavam qualquer tendência ascendente. Mas, de repente, o gráfico inclinou-se para cima porque os especialistas favorecidos pelo IPCC tinham-se servido do resultado de um único marégrafo no porto de Hong Kong que mostrava uma subida de 2,3 mm. Toda a projeção global do nível do mar foi então ajustada para cima por um "fator de correcção" de 2,3 mm, porque, conforme admitido pelos cientistas do IPCC, eles "precisavam de mostrar uma tendência".

Quando falei com o Dr. Mörner na semana passada, ele exprimiu a sua continuada consternação sobre a forma como o IPCC tem alimentado o alarme em relação a esta questão crucial. Quando lhe pediram para ser o "revisor especialista" dos dois últimos relatórios do IPCC, ficou "espantado ao descobrir que nenhum dos 22 autores que escreveram sobre o nível do mar era especialista nesta área: nem um". No entanto, os resultados de toda esta "ignorância deliberada" e a dependência em modelos de computador manipulados tornaram-se o motor mais potente de toda a histeria dos defensores do aquecimento global.

Fonte: Anti-Nova Ordem Mundial 

Fonte: The Telegraph

Nota atual deste blog:

Outra mentira sobre o aumento do nível dos mares afundou de vez! Leiam a postagem: 0293 - Outra Mentira do Aquecimento Global Naufraga no Índico: As Maldivas Não Estão Afundando (ver aqui).

É impressionante como as mídias, internacional e nacional, jogam de uma forma imunda! Mentiras e mais mentiras para tentar nos levar a um Totalitário Governo Mundial!

Maurício Porto
14 de setembro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

0320 - A NOAA Acha que Todo Dia é Primeiro de Abril !



MAPA DO ÁRTICO HOJE (12/09/12) - FONTE: DMi CENTRE FOR OCEAN AND ICE 
DO GOVERNO DA DINAMARCA

MAPA DO ÁRTICO HOJE (12/09/12)
FONTE: NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) 



0319 - Indigenismo, Banditismo e Terrorismo

ÍNDIOS PROTESTAM EM BRASÍLIA. FOTO: VALTER CAMPANATO/ ABr.
Por Editoria do site Alerta em Rede
8 de setembro 2012

O aparato indigenista internacional montou uma contraofensiva de grandes proporções para pressionar o governo brasileiro a desistir da aprovação da Portaria 303 da Advocacia Geral da União (AGU), que restabelece em grande medida a soberania do Estado sobre a política indigenista nacional, ao retirar da Fundação Nacional do Índio (Funai) e das ONGs a ela associadas o virtual monopólio que detêm sobre o acesso às terras indígenas e à determinação sobre a eventual utilização das mesmas para a implementação de obras de infraestrutura e outros usos. Além de uma série de ações provocativas e abertamente criminosas, como sequestros e ameaças de atos terroristas, a campanha incluiu uma tentativa de fomento de um novo escândalo internacional, com a denúncia de um suposto “massacre” de indígenas ianomâmis por garimpeiros brasileiros, na vizinha Venezuela – ação que lembra o controvertido “massacre de Haximu”, que, em 1993, colocou o País nas manchetes internacionais durante semanas.

Como temos ressaltado, a mais que oportuna Portaria 303 se enquadra no contexto do empenho que o governo da presidente Dilma Rousseff vem demonstrando, para restringir a influência do aparato ambientalista-indigenista nas políticas nacionais, que se refletiu nas posições defendidas pelo País na conferência Rio+20. E é contra esse declínio na sua capacidade intervencionista que as lideranças ambientalistas e indigenistas estão se insurgindo.

Nas ações, está cada vez mais evidente que o fato de os indígenas serem considerados penalmente inimputáveis está sendo aproveitado ao extremo, para permitir ações que resultariam em pesadas penas se fossem cometidas por brasileiros não indígenas.

Um exemplo foi o sequestro de três técnicos da empresa Norte Energia, mantidos em cárcere privado por quatro dias, em julho último, na aldeia Muratu, na reserva indígena de Paquiçamba, próxima às obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no estado do Pará. Os técnicos foram detidos pelos indígenas, quando se dirigiram à aldeia para expor o sistema de transposição que permitirá que as embarcações dos indígenas transponham a barragem da usina. O pretexto dos silvícolas para cometer o que o Código Penal define como crime hediondo foi uma forma de exigir a inclusão de novas condicionantes para o prosseguimento das obras da usina, condicionando a libertação dos técnicos à abertura de nova rodada de negociações com a empresa (Valor Econômico, 27/07/2012).

Outra evidência dessa crescente criminalização do indigenismo envolve caciques tupinambás da região de Olivença (BA), que estariam recrutando traficantes e bandidos e cadastrando-os como indígenas, para promover invasões de propriedades da região, com o beneplácito da Funai. A denúncia foi feita, em depoimento ao sítio Tribuna Geral, em 6 de agosto, por um dos líderes dos pequenos produtores da região, José Domingos Sena Santos. Em suas palavras:

O cadastro é feito de forma aleatória e indiscriminadamente, sem nenhum critério ficando os mesmos em poder dos caciques, Babau e Moisés, os quais exigem de pequenos proprietários que se cadastrem sob pena de terem suas propriedades invadidas pelo bando. Os caciques contratam traficantes e bandidos nas cidades de Ilhéus, Una, Buerarema e São José da Vitória que, imediatamente são cadastrados como índios Tupinambás, tem diária de R$ 40,00, invadem as propriedades e roubam tudo que tem para vender e ter dinheiro para pagar aos bandidos.É por isso que só invadem propriedades produtivas. A quadrilha chega com aproximadamente quarenta pessoas. Como não tem índios, após realizar o saque dos bens produzidos e ou adquiridos, os meliantes abandonam a propriedades, pois não querem trabalhar, mesmo assim proíbem o retorno dos proprietários, que ficam ameaçados de morte. Portando armas de grosso calibre, agem como se fossem a autoridade máxima, em uma terra sem Lei. São altamente violentos, principalmente o cacique Negão da Luz. O cacique Babau vende ocacau roubado ao comerciante Chico Compra Cacau, em São José da Vitória, que tem pleno conhecimento dos roubos do cacique ladrão,entre outros. Sempre que vão fazer uma invasão, comunicam à FUNAI. Que incentiva as invasões. 60% [do dinheiro amealhado] financiam novas invasões e a aquisição de armas de fogo e 40% vai para o bolso do chefe da quadrinha, nesse caso Babau. Sendo que a tesoureira é a própria irmão do todo poderoso.

Ameaças de terrorismo aberto também estão na pauta do aparato indigenista. No início de setembro, o líder da tribo paresi de Rondônia, Genilson Kezomay, ameaçou explodir a ponte da rodovia BR-364 sobre o rio Aricá Mirim, que separa Rondônia de Mato Grosso, caso o governo não recue da aprovação da Portaria 303. Segundo o sítio Rondônia Dinâmica (3/09/2012), há o sério risco de a ameaça se tornar realidade no próximo dia 17 de setembro, quando haverá uma manifestação de índios em todo o país contra a Portaria da AGU. Além das ameaças, os paresis também bloquearam o tráfego na BR-364, nas proximidades de Ji-Paraná e Vilhena, acarretando a retenção de centenas de veículos durante horas.

Ademais da incitação ao terrorismo, não consta que dinamite ou qualquer outro tipo de explosivo sejam materiais tradicionais das culturas indígenas – o que sugere, fortemente, a manipulação dos indígenas por agentes externos.

Essa sucessão de atos e ameaças de violência – que, com frequência, provocam retaliações por parte de indivíduos e comunidades atingidos ou ameaçados – denota que esse aparato antinacional não pretende se deter diante de nada, em sua ofensiva final rumo ao objetivo de consolidar uma “questão indígena” como um fator de instabilidade interna no Estado nacional brasileiro. O problema, porém, não reside, propriamente, nas comunidades indígenas, mas em algumas de suas lideranças, acumpliciadas com ou facilmente manipuláveis pelos sofisticados mentores do aparato indigenista, que operam por intermédio da rede de ONGs nacionais e internacionais e, mais recentemente, empresas envolvidas no mercado internacional de créditos de carbono. De qualquer maneira, é mais que hora de o Estado retomar a iniciativa na formulação das políticas setoriais e neutralizar a influência desse insidioso aparato intervencionista. Por isso, a implementação da Portaria 303 da AGU se reveste de tamanha relevância.


Fonte: Alerta em Rede

0318 - Governo Reafirma que Não Admitirá a Independência das 236 Nações Indígenas Existentes No País.

LUÍS INÁCIO ADAMS


Por Carlos Newton - Tribuna na Internet

11 de setembro de 2012



É uma disputa curiosa, em que ambas as partes dissimulam e falam por metáforas. Os líderes das diferentes tribos e os representantes das ONGs a eles ligadas jamais se referem à Declaração Internacional dos Direitos dos Povos Indígenas. Preferem falar apenas sobre as normas contidas no julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que o governo pretende adotar de forma definitiva no trato das questões indígenas.

Conforme já explicamos aqui no Blog da Tribuna, a Declaração aprovada pela ONU visa a transformar toda nação indígena em país autônomo em termos políticos, econômicos, culturais e territoriais, com fronteiras fechadas e tudo o mais. O Brasil assinou o tratado da ONU, em setembro de 2007, no primeiro governo Lula, mas logo se arrependeu e jamais enviou o acordo internacional para homologação do Congresso, condição obrigatória para que possa entrar em vigor.

Com base nesse tratado da ONU, recentemente houve tribos que assinaram contratos para arrendar seus territórios à exploração econômica. O governo, é claro, não aceitou esse tipo de procedimento e passou a se mostrar claramente disposto a não aceitar a independência das nações indígenas, que já detêm mais de 15% do território nacional.

Para deixar bem clara essa intenção, há cerca de três meses o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams, foi autorizado a baixar uma portaria regulando de forma ampla o relacionamento da administração pública brasileira com as chamadas nações indígenas, submetendo-as aos interesses do Brasil, em termos exatamente contrários às normas da Declaração da ONU.

Com apoio das ONGs e da própria Funai (Fundação Nacional do Índio) as lideranças indígenas então se revoltaram e iniciaram um movimento destinado a defender o que consideram”direitos constitucionais dos povos indígenas”.

O governo recuou e adiou a entrada em vigor da portaria, Os índios começaram a fazer manifestações em Brasília e outras cidades, ameaçando entrar em pé de guerra, e o governo recuou novamente. O ministro da Advocacia Geral da União, Luís Inácio Adams anunciou ao Globo, após o desfile de 7 de setembro, que vai esperar a conclusão do julgamento de recursos sobre o tema no Supremo, para então colocar as regras em vigor.

“Eu devo prorrogar a entrada em vigor da portaria até o julgamento dos embargos, que deve acontecer até meados de novembro, como me informou o ministro Ayres Britto”, disse Adams, que logo em seguida ele fez questão de esclarecer que não haverá alterações no conteúdo da portaria, salvo se acontecerem mudanças significativas na decisão do Supremo, possibilidade realmente remota.

Traduzindo: as chamadas nações indígenas vão ter de declarar guerra ao Brasil, se realmente pretenderem a independência.




Nota deste Blog:

Por um Brasil Soberano!

Fora ONGs Estrangeiras e seus Laranjas!


Maurício Porto
Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2012. 


terça-feira, 11 de setembro de 2012

0317 - 11 de Setembro: 11 Anos de Terrorismo Global, "Feito em Casa" !!!

O PRÉDIO 7 DO "WTC", DESABANDO IMPLODIDO. NENHUM AVIÃO ATINGIU O PRÉDIO!
O QUE ESTAVA DENTRO DELE?: ARQUIVOS DA CIA E DAS DÍVIDAS DOS BANCOS DE WALL STREET!
SERVIÇO PERFEITO QUE NEM CONSTA DO RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DO ATENTADO!
ALGUMA DÚVIDA ?!!!



Fonte: YouTube / Brasil Indomável

sábado, 8 de setembro de 2012

0316 - Para os "Cientistas" da NOAA: "Mentir é Preciso, Viver não é Preciso" !

FERNANDO PESSOA
Caros leitores,

Que Fernando Pessoa, meu poeta preferido, me perdoe lá do Céu dos Poetas!
Eu sei muito bem que "Navegar é preciso, viver não é preciso". Isto faz parte do meu ser, com os meus 3/4 de sangue luso, e disto muito me orgulho!

Poeta me perdoe, pelo uso incorreto de sua poesia. Não resisti. 
És presença eterna em minh'alma, meu solitário cotidiano.

Navego, lhe juro, todos os dias, por mares e oceanos que você não conheceu!
Mas lhe sou fiel. Navego sem quase parar e me esqueço, quase sempre, de viver!

Meu caro Poeta, é pena que não esteja mais conosco. De repente, abriu-se diante nós que por aqui ainda estamos, um imenso, eu diria mesmo um infinito oceano de idéias, cartas, crônicas, romances, poesias, músicas, fotos, cinema e muito mais. Somos milhões e milhões, no mundo inteiro, de navegantes de todos os países.

Mesmo para aqueles que não conhecem a nossa língua e que jamais o leram, tenho certeza, sem o saberem, milhões estão no fundo de suas almas o seguindo: "Navegar é preciso, viver não é preciso"!!! 

Em memória de Fernando Pessoa, Poeta Maior da língua Portuguesa.

Para todos os navegantes da WEB, que sabem que viver não é preciso, navegar é preciso. 
Mas, cá entre nós, navegar sem viver é uma loucura, boa ou ruim, que depende apenas de cada um de nós!

Maurício Porto,
8 de setembro de 2012.
Texto revisto em 09/09/12


MAPA DO ÁRTICO HOJE (08/09/12) - FONTE: DMi CENTRE FOR OCEAN AND ICE 
DO GOVERNO DA DINAMARCA

MAPA DO ÁRTICO HOJE (08/09/12)
FONTE: NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) 


Postagens relacionadas:

1 - 0298 - NOAA Mostra Mais 22% de Gelo que no Mínimo de 2007 (ver aqui)

2 - 0303 - A NOAA, Como sempre, Mentindo: Sobre O Gelo do Ártico (ver aqui)

3 - 0310 - O Ártico Hoje (03/09/12) : a NOAA Continua Mentindo! (ver aqui)

4 - 0313 - O Ártico Ontem (06/09/12) ou A NOAA Não pode Parar de Mentir (ver aqui)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

0314 - O Neomalthusianismo e o Desenvolvimento Sustentável: Qualquer Semelhança Não é Mera Coincidência

O BRILHANTE WEBSTER TARPLEY
Caros leitores,

Aqui está, nestes quatro vídeos legendados em português, uma palestra de Webster Tarpley, na minha opinião, um dos maiores pensadores da atualidade principalmente na análise política contemporânea. 

Autor, historiador, economista e jornalista, Webster Tarpley é um homem de uma cultura extraordinária e um verdadeiro humanista!

Se você quiserem saber um pouco mais sobre ele, entrem na Wikipédia (ver aqui). Evidentemente a sua biografia na Wikipédia, como sempre, deixa um pouco a desejar e só tem em inglês. Para os que não dominam o idioma inglês, aconselho que usem o tradutor Google que é meio fraquinho, mas "quebra um galho".

Webster é um norte-americano, porém um crítico da política externa dos EUA, seus aliados e suas guerras imperialistas de dominação, exploração e imperdoáveis genocídios. Isso sem contar as guerras fratricidas, golpes de estado e ditaduras, promovidas pela CIA, pelo MI6 do Reino Unido e seus exércitos de "rebeldes", ou seja, mercenários, em todo o mundo. 

Ele é também um crítico sagaz da política interna dos governos dos EUA que, com suas trapaças neoliberais e financeiras, favorece os ricos e banqueiros, que têm, nestes últimos anos, arrasado as classes médias e levado mais de 40 milhões de norte-americanos ao desemprego e mesmo para a miséria. Com um detalhe: ele não é comunista ou socialista, é um humanista.

O aquecimento global antropogênico, para ele, é uma farsa e uma arma política criada pelas elites anglo-saxônicas e europeias para a impossibilitar o crescimento dos países subdesenvolvidos e, posteriormente dominá-los economicamente ou mesmo por ocupação direta.

Sobre o 11 de setembro, escreveu o livro 9/11 Synthetic Terror: Made in USA - Myth of the 21st Century e continua corajosamente fazendo centenas de palestras, desmantelando a terrível farsa do 9/11, muitas delas encontradas no YouTube.

Foi no YouTube que eu encontrei esta palestra, com legendas em português, muito bem traduzida e postada pelo site Brasil Indomável.

Aconselho a todos vocês, meus leitores, que assistam todos, repito, todos os quatro vídeos que, para mim, são imperdíveis! Tenho certeza que vocês sairão enriquecidos ao vê-los!

Agora, fiquem com o brilhante pensador Webster Tarpley!

Maurício Porto,

7 de setembro de 2012,
Data da Independência do Brasil, de Portugal.

Espero um Novo 7 de Setembro que nos torne Independentes dos Impérios que nos dominam Política e Economicamente! Fora ONGs Estrangeiras antes que elas consigam criar uma "Amazônica" Balcanização no Brasil.








PS: Quem quiser conhecer melhor o pensamento de Webster Tarpley, faça como eu faço: siga o seu site e seu blog.

Aqui vão os links:



Postagens Relacionadas:

001 - 0048 - "DECRESCIMENTO", A NOVA UTOPIA AMBIENTALISTA (ver aqui)

002 - 0231 - Usando as Bênçãos da Terra para Melhorar a Humanidade e o Planeta (ver aqui)

003 - 0234 - Reino Unido financia 9.500.000 Esterilizações Forçadas na Índia para "Deter o Aquecimento Global" (ver aqui)

004 - 0237 - Mais e Más Notícias da Esterilização Forçada na Índia Financiada pelo Reino Unido. Os Neo-Malthusianos, que criaram a Farsa do Aquecimento Global Antropogênico, Começam a Exterminar as "Raças Inferiores", Nós os Sub-Desenvolvidos!!! (ver aqui)

005 - 0246 - ONGs querem abortar crianças em nome da sustentabilidade (ver aqui)

006 - 0253 - A Rio+20 é a maior ameaça para a biodiversidade (ver aqui)



0313 - O Ártico Ontem (06/09/12) ou A NOAA Não pode Parar de Mentir


MAPA DO ÁRTICO ONTEM (06/09/12) - FONTE: DMi CENTRE FOR OCEAN AND ICE 
DO GOVERNO DA DINAMARCA


MAPA DO ÁRTICO ONTEM (06/09/12)
FONTE: NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) 
Sem comentários.

Maurício Porto

7 de setembro de 2012,
Data da Independência do Brasil, de Portugal.

Espero um Novo 7 de Setembro que nos torne Independentes dos Impérios que nos dominam Política e Economicamente! Fora ONGs Estrangeiras antes que elas consigam criar uma "Amazônica" Balcanização no Brasil.

Postagens relacionadas:

1 - 0298 - NOAA Mostra Mais 22% de Gelo que no Mínimo de 2007 (ver aqui)

2 - 0303 - A NOAA, Como sempre, Mentindo: Sobre O Gelo do Ártico (ver aqui)

3 - 0310 - O Ártico Hoje (03/09/12) : a NOAA Continua Mentindo! (ver aqui)